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segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Aparados da Serra: Video raro do Cânion Itaimbezinho em 1957

Cânion Itaimbezinho, Parque Nacional de Aparados da Serra
João Paulo Lucena, 1994

De vez em quando surge alguma pérola esquecida nos fundos de algum arquivo ou gaveta de armário velho.

Foi o caso deste vídeo institucional de 1957 do Cânion Itaimbezinho, no então recém-criado Parque Nacional de Aparados da Serra.

De acordo com a informação associada a este arquivo no YouTube, consta que se trata de um rolo de 35 mm, sem outros detalhes. Apesar da baixa qualidade da digitalização, vale pelo documento histórico e pela curiosidade de ver um seleto grupo de turistas bem arrumados e comportados descer um ônibus estacionado em pleno "cotovelo" do cânion, há mais de 50 anos, em local cujo acesso hoje em dia somente é permitido à pé.


quinta-feira, fevereiro 02, 2012

Ecologia: Seis Parques Nacionais ganham novos mapas

Fonte: Divulgação
Por uma parceria da Associação Brasileira de Empresas de Turismo de Aventura, a ABETA, com o Ministério do Turismo, Instituto Chico Mendes e o Ministério do Meio Ambiente seis parques nacionais brasileiros ganharam mapas específicos para uso público:
  1. Serra dos Órgãos
  2. Fernando de Noronha
  3. Chapada dos Veadeiros
  4. Anavilhanas
  5. Aparados da Serra e
  6. Serra Geral (este parque está incluído no mesmo mapa do Aparados da Serra)
A notícia é ótima, ainda mais diante da bem conhecida carência de informações disponíveis ao público interessado e, principalmente, porque os mapas podem ser baixados gratuitamente a partir do site da ABETA.

Dei uma boa olhada no arquivo relacionado ao Parque Nacional da Serra Geral (mesmo mapa do Parque Nacional Aparados da Serra). Ali aparece um pequeno resumo de informações sobre a região, o parque e estão marcadas as trilhas "oficiais" e unicamente as opções de hospedagem associadas à ABETA.

No aspecto cartográfico vê-se que devem ter sido elaborados a partir das cartas disponibilizadas pelo Serviço de Levantamento do Exército/IBGE, com um tratamento estético e uma "limpeza" dos detalhes. Não chegam a substituir suficientemente as informações necessárias para quem estiver disposto a embrenhar-se na natureza um pouco fora dos caminhos tradicionais e, neste caso, é bom munir-se das tradicionais cartas topográficas.

Ainda estamos longe de ter à disposição no Brasil os mapas digitais em 3D de parques nacionais já disponíveis no exterior para uso em GPS mas, com (muita) paciência, espero que um dia cheguemos lá.

De qualquer forma, por este mesmo projeto de fomento aos parques e entorno, espera-se que outras unidades brasileiras venham a ser contempladas com este bela e elogiadíssima iniciativa!