quarta-feira, novembro 30, 2011

Aparados da Serra: Vândalos pixam monumento natural no Parque Nacional de São Joaquim/SC

Fotografia: Vani Boza - Diário Catarinense

É inacreditável como algumas ações absolutamente sem sentido ainda são possíveis hoje em dia e o fato a seguir descrito deu-se em pleno município de Orleans, limítrofe a Urubici/SC, dentro da área do Parque Nacional de São Joaquim.

Acredite se quiser, a notícia é do Diário Catarinense em impõe-se divulgá-la:

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"Localizada no Morro da Igreja, a Pedra Furada é um dos principais cartões-postais de Santa Catarina.

Para chegar até o interior da Pedra Furada é necessário percorrer uma difícil trilha de oito quilômetros e cinco horas entre ida e volta.

Fotografia: Vani Boza, Diário Catarinense
Mas Bruno, Rafael e Sabrina conseguiram driblar a fiscalização, levaram pincel e lata de tinta e deixaram suas inscrições "equestres" na terra das inscrições rupestres.
 
Foto: Taina Borges, Divulgação
Bruno, Rafael e Sabrina. Parabéns! Vocês conseguiram!

É incrível como tem gente com "espírito de porco" e sem nenhuma noção do que é certo!

Os nomes de Bruno, Rafael e Sabrina foram escritos com pincel e tinta em um dos lugares menos improváveis para isso.

A Pedra Furada, uma formação rochosa de 30 metros de circunferência e esculpida ao longo dos milênios pela ação do vento e da chuva, está localizada no Morro da Igreja, em Urubici, na Serra, bem no meio de um dos maiores conjuntos de cânions do mundo.

Para chegar até dentro da pedra, deve-se fazer uma difícil trilha de oito quilômetros e aproximadamente cinco horas entre ida e volta, e sempre na companhia de um guia credenciado.

O local pertence ao Parque Nacional de São Joaquim, e entrar lá sem a companhia do guia é proibido. Em casos de flagrante, multa de R$ 1 mil ao infrator.

Também é proibido deixar qualquer tipo de lixo por lá, mesmo os orgânicos, como caroços e cascas de frutas.

Mas Bruno, Rafael e Sabrina conseguiram. Entraram e voltaram sem o guia, não foram multados e ainda tiveram o trabalho de levar um pincel e uma lata de tinta.

Em Urubici, cidade com muitas inscrições rupestres feitas há mais de três mil anos, os três amigos deixaram suas inscrições “equestres”.

Bruno, Rafael e Sabrina. Parabéns! Vocês conseguiram!"

Texto: Pablo Gomes, Urubici
Fotografias: Vani Boza e Taina Borges

Fonte: Diário Catarinense/Clic RBS

terça-feira, novembro 15, 2011

Viagem: Novo hostel em Porto Alegre

Porto Alegre Hostel Boutique. Foto: Jornal Zero Hora

Em 1987 utilizei pela primeira vez a rede internacional de albergues da juventude (Youth Hostelling) que, evoluindo muito da idéia original, há muito hospeda gente de todas as idades, grupos, casais e famílias com ótimo padrão e preços convidativos.

E não se trata apenas de hospedar-se com baixo custo mas também é um estilo inigualável de viajar. Não há melhor lugar do que um albergue internacional para conhecer pessoas de todo o mundo, fazer amigos, integrar-se na comunidade local e colher ótimas dicas do que fazer.

E não pense que os hostels são assim aquela coisa básica, pois alguns estão até mesmo instalados em castelos, hoteis de luxo, parques nacionais, lugares absolutamente exclusivos ou até em casarões históricos como este que agora está inaugurando em Porto Alegre/RS.

Com objetivo de sintonizar seu negócio com a comunidade internacional e já de olho nos visitantes que virão com a Copa do Mundo de 2014, os proprietários escolheram um belo casarão no Bairro Floresta, com localização estratégica, para ser o Porto Alegre Hostel Boutique.

Porto Alegre Hostel Boutique
Rua São Carlos, 545, Bairro Floresta - Porto Alegre
Fone: (51)3226-5380
Informações: contato@hostel.tur.br
Endereço na Web: www.hostel.tur.br
Tarifas: R$ 45,00 a R$ 130,00

A notícia da inauguração da nova opção de hospedagem foi publicada hoje no Jornal Zero Hora e vale divulgar!


Fonte: Jornal Zero Hora de 15/11/2011

domingo, outubro 30, 2011

Antártida: Expedição brasileira instalará estação de pesquisas no Continente Branco

Criosfera 1. Fonte: Zero Hora
Segundo informações recentemente divulgadas na mídia, uma missão científica partirá desde Porto Alegre rumo à Antártica para instalar um centro de monitoramento climático em pleno Continente Branco, projeto conduzido pela UFRGS e pela UFRJ.

Trata-se da Criosfera 1, projeto inédito coordenado pelo professor Jefferson Cardia Simões que, juntamente com mais 15 pesquisadores, permanecerão acampados no gelo por pelo menos 70 dias enquanto processam a instalação do módulo de instrumentos.

O módulo foi construído na Europa e equipado no Brasil e a A novidade desta expedição é a instalação do primeiro módulo científico brasileiro no interior do continente antártico, 2.500 quilômetros ao sul da Estação Antártica Comandante Ferraz. Ou seja, a distância Ferraz – Criosfera 1 é maior do que a distância entre a cidade do Rio de Janeiro e Belém do Pará (2450 km).

O módulo Criosfera 1 nas instalações da UFRGS antes de embarcar para a Antártida.
Fonte: Divulgação INPE/CPC
Os pesquisadores vão investigar sobre a química da atmosfera, glaciologia, geofísica e climatologia. Entre as pesquisas, destacam os estudos sobre o transporte de poluentes da América do Sul para o centro da Antártica.

Em especial, os cientistas estão interessados em saber se já existem sinais no continente gelado da poluição atmosférica causada pelas queimadas no Brasil. Para isso, o módulo Criosfera 1, amostrará continuamente o ar, coletando tanto gases como micropartículas sólidas, por exemplo, a fuligem decorrente da queima de biomassa e de hidrocarbonetos.

A vida em um acampamento no gelo, em condições extremas, não é nada fácil como se pode imaginar. E assim bem conhecem os montanhistas... 

Os pesquisadores ficarão alojados em 5 barracas dormitório e 1 cozinha, em condições de temperatura de até - 36ºC, sem banho durante todo o período e com um kit pessoal que os possibilitará trocar a roupa de baixo a cada 10 dias.

A estação deverá funcionar automaticamente alimentada por energia solar e eólica e os dados coletados serão enviados por satélites, e a intenção é obter análise sobre os reflexos dos poluentes gerados na América do Sul no continente.

sábado, outubro 29, 2011

Fotografia: Livro Ilustrado da Sul Sports na Feira do Livro de Porto Alegre dia 1º/11



Se dividir um muito sonhado livro de fotografia com amigos já é muito bom, participar como autor da Feira do Livro de Porto Alegre então, não tem preço!

Desde criança vou anualmente à Feira do Livro de Porto Alegre como visitante, mas desta vez será muito diferente.

É com muita satisfação que convido vocês para a palestra e sessão de autógrafos com os fotógrafos autores do Livro Ilustrado da Sul Sports, no próximo dia 1º de novembro, na 57ª Feira do Livro de Porto Alegre, o maior evento do gênero da América.

Às 17h30 estaremos eu, Christiano Cardoso, João Paulo Cauduro Filho, André Larrêa e Cristiane Wishmann para conversar com o público sobre fotografia em uma palestra na Sala dos Jacarandás, no Memorial do Rio Grande do Sul, em frente à Feira do Livro.

Do meu lado falarei um pouco sobre fotografia outdoor, equipamentos e dificuldades do fotógrafo, com especial enfoque nas viagens, atividades de aventura e esportes de ação.

Às 20h30 do dia 1º/11 estaremos esperando nossos amigos no Estande de Autógrafos da Feira do Livro, sob os belos jacarandás em flor da Praça da Alfândega na Capital Gaúcha.

Está aí uma ótima opção de lazer para a véspera do feriado que se aproxima. Não percam! Esperamos vocês lá!!

Abraços,

João Paulo Lucena

POSTAGENS RELACIONADAS:
- 25/07/2011 - Fotografia: O Livro Ilustrado da Sul Sports - Lançamento 29 de agosto!
- 30/08/2011 - Fotografia: As 12 fotos escolhidas para o Livro Ilustrado da Sul Sports
- 14/09/2011 - Fotografia: Segunda sessão de autógrafos do Livro Ilustrado da Sul Sports neste sábado 17/9!
- 31/10/2011 - Fotografia: 400 pessoas na sessão de autógrafos do Livro Ilustrado da Sul Sports

quarta-feira, outubro 26, 2011

Ecologia/Montanhismo: Prossegue campanha para limpar o Everest


Fonte: Guria Adrenalina

Ao longo das décadas o lixo deixado pelos escaladores no MoNte Everest já alcançou proporções avassaladoras, aí inclusos restos de embalagens, tendas de montanha, equipamentos diversos, cilindros de oxigênios e dejetos humanos.

Li no Jornal Zero Hora esta matéria publicada no The Guardian e vale a pena divulgarLi hoje na Zero Hora esta matéria publicada no The Guardian e vale a pena divulgar!

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"FAXINA NO TOPO DO MUNDO

Um esforço para limpar o Everest


Os alpinistas que tentam escalar o Everest – o pico mais alto do mundo, com 8.848 metros de altura – passam meses sonhando em chegar ao cume. Pagam US$ 65 mil (R$ 114,4 mil) em taxas ao governo do Nepal. Treinam duramente, fazem uma caminhada que leva dias, enfrentam desconforto extremo e mesmo risco de vida. Assim, deveria ser algo simples fazer com que recolhessem o próprio lixo.


Mas não é o que acontece. Quase 60 anos depois da conquista do Everest por Edmund Hillary e Tenzing Norgay, em 1953, e três décadas depois das escaladas na montanha virarem um empreendimento comercial, a região ainda tenta se adaptar ao crescimento do turismo.


Em comparação com os anos 70, quando as principais rotas de escalada estavam atulhadas de tendas descartadas e pacotes vazios de comida, o Everest hoje é bem mais limpo. Mas ainda podem ser vistas espalhadas pelo acampamento-base garrafas plásticas e embalagens de barras de chocolate. Agora, uma coalizão de organizações ambientalistas está pressionando o governo de Katmandu a adotar novas medidas para proteger o Himalaia na era do turismo de massa.


– Limpar o Everest de vez em quando não resolve. Planejamento e gestão são essenciais – diz Phinjo Sherpa, diretor do Eco Himal.


O grupo apresentou um plano ao governo nepalês que prevê multas maiores para quem sujar o Everest e as áreas ao redor. Também defende a instalação de banheiros químicos no acampamento-base e um investimento em instalações como incineradores de lixo. Encarregada de supervisionar a faxina do Everest, a ONG Sagarmatha Pollution Control Committee retirou 25 toneladas de lixo da montanha na primavera (outono no Hemisfério Sul) – incluindo 12 toneladas de papel e plástico e 11.250 quilos de dejetos humanos. Outras montanhas da região menos famosas que o Everest estão ainda mais sujas, conforme Tshering Tenzing Sherpa, um integrante do comitê Sagarmatha."
THE GUARDIAN

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PARA SABER MAIS:

Outras informações sobre o problema da poluição no Everest veja em:

http://somergie.fr/html/icidsmonde/zoomsurnepal.htm
http://www.bernard-voyer.com/
http://www.zonehimalaya.net/Sherpa/sherpa.htm
http://fr.wikipedia.org/wiki/Mountain_Wilderness
http://science.qj.net/Mt-Everest-is-having-pollution-problems/pg/49/aid/68795