quinta-feira, março 17, 2011

Vôo Livre: No Ninho das Águias I - A primeira vez a gente nunca esquece!

Visão da vela a partir da posição do piloto de paraglider.
Neste final de semana estive acompanhando a 2ª Etapa do Campeonato Gaúcho de Vôo Livre - Modalidade Paraglider, na espetacular rampa do Clube Ninho das Águias, em Nova Petrópolis, coração da nossa região serrana.

Nova Petrópolis/RS. Mapa: Wikipedia
O tempo estava espetacular e a minha função era de fotógrafo da equipe de gravação do Programa Adrenalina, captando imagens do making-off, da competição e do público.

Situado a 710 m de altitude no topo de um morro de onde se vislubra uma magnífica visão de vales, rios, morros e rochedos, tendo no horizonte as skylines de Farroupilha e Caxias do Sul, a visita ao local é imperdível para quem gosta do esporte, de fotografia ou simplesmente de cenários de tirar o fôlego.

Enquanto rolavam as gravações do programa fui aproveitando para captar detalhes dos competidores, do equipamento, do staff e do público que alegrava o evento, fortemente prestigiado pela população local.




Na bela sequência abaixo, dois interessados aprendizes de feiticeiro...





O Ninho das Águias é um local privado, com infra-estrutura básica para os praticantes de vôo livre, contando com lancheria, banheiro, internet wireless, torre de rádio e webcam permanente.








A visitação pública é permitida e as rampas de vôo constituem belos mirantes com uma visão panorâmica de 270 graus da região e do Vale do Rio Caí onde jovens e famílias costumam passar finais de tarde para apreciar o entardecer acompanhados de cadeiras de praia, cestas de piquenique e do tradicional chimarrão gaúcho.



No final do sábado o tempo fechou fazendo correr a platéia. De qualquer forma o horário das melhores correntes termais já havia encerrado e o fechamento da janela de vôo não prejudicou o campeonato.



Pessoalmente o Ninho das Águias terá para sempre um gostinho muito especial pois ali tive a minha primeira experiência em vôo livre, para captar as imagens de making-off da Ana Karina para o Programa Adrenalina.

Já tive algumas boas aventuras por aí mas confesso que "atividades aéreas" de qualquer espécie ainda não estavam no meu currículo...

Bom, mas surgiu a oportunidade e não pensei duas vezes! Os pilotos Coragem (nome perfeito para um praticante de vôo livre...) e Jonathan Aguiar Lima se ofereceram para nos conduzir em vôos duplos até a base do clube no Vale Real.

Para tanto não precisaria de nada mais além de me "clipar" com o Jonathan e fazer tudo o que ele mandasse: basicamente correr que nem um louco para frente e me jogar de cara no abismo quando a rampa terminasse!

Só isto... Beleza.. Mamãozinho com mel, como dizem por aí...

Os meus assessores especiais dando uma "força" para o pai antes do salto...
Foto. Débora Américo
Clipado no piloto Jonathan Lima. Foto. Débora Américo
Jonatan em outro vôo duplo. Em função da força do vento a ajuda para levantar a vela pode ser necessária.
Fácil? Que nada!

Eu estava bem tranquilo durante toda a preparação do equipamento e instruções do piloto. Mas na hora de - conscientemente - me jogar de olhos bem abertos abismo abaixo não houve o que desligasse o "modo proteção de vida" do instinto... E, claro, foi impossível evitar aquele frio na barriga, o coração disparado e a adrenalina a mil - tudo a ver com nossas gravações!

A Karina e o seu piloto (paraglider amarelo) saltaram na frente e em seguida fomos nós (no paraglider azul).

Foto: Gabriel de Azevedo Lucena (meu garoto!)
Aqui a visão espetacular desde o ponto de vista do "carona"...
Como o vento estava fraco o paraglider não obteve a sustentação imediata, durante a corrida anterior a salto. Por este motivo, ainda que durante uma fração de segundos, me senti caindo no vazio até que a vela inflasse e, com muita suavidade, fizéssemos uma grande curva para o alto acompanhando uma ascendente corrente termal.

A partir dali e pelos próximos 20 minutos foi PRAZER TOTAL. Um vôo tranquilo, silencioso, zen e totalmente confortável.

Autorretrato...

Como "carona" fiquei com as mãos livres para fotografar à vontade e, de acordo com as correntes de ar, íamos acompanhando o outro paraglider em meio a uma paisagem maravilhosa, planando sobre a floresta nativa e pequenas propriedades rurais, observando onde estavam os pássaros para buscar as melhores termais e assim prolongar ao máximo o nosso vôo.

Um pouco mais tarde pousamos tranquilamente na base do Clube Ninho das Águias no fundo do vale, em total segurança.

Karina e Corajem planando sobre o nosso paraglider.
Preparando o pouso...
E com os pés em terra novamente.
Se algumas belas imagens vieram na câmera fotográfica, o imenso prazer deste primeiro vôo e a sensação de tornar verdade o sonho de Ícaro por certo ficaram indelevelmente gravadas na minha memória.

Afinal, a primeira vez a gente nunca esquece!

Agradecimentos especialíssimos a Jonathan Aguiar Lima, piloto de Nova Petrópolis que me proporcionou esta incrível experiência.

Jonathan faz vôos duplos no Ninho das Águias.

* - * - * - * - *

Curtam aí mais algumas imagens especiais do final de semana.

A equipe de gravação do Programa Adrenalina planeja o trabalho em frente ao visual das rampas do Ninho das Águias.

Ana Karina Belegantt e Léo Sassen, apresentadores do Adrenalina.
Controlando a vela...



Vista do Ninho das Águias, ao fundo no topo do morro, desde a base de aterrissagem no Vale Real.

Os competidores conferem os dados de vôo gravados nos aparelhos GPS.
Estas informações é que definirão os resultados das provas.
Em breve postarei mais algumas fotografias selecionados do campeonato. Aguardem! (Veja AQUI a sequencia).

RESULTADO DA COMPETIÇÃO:

CATEGORIA OPEN

1º lugar: Donizete Lemos
2º lugar: Alfio Junior
3º lugar: Valdir da Rosa
4º lugar: Luciano Tcacenco
5º lugar: Jarbas Mello



CATEGORIA SERIAL

1º lugar: Jarbas Mello
2º lugar: Ricardo Majolo
3º lugar: Douglas Pagliarin
4º lugar: Vagner de Oliveira
5º lugar: Jorge Darcie



CATEGORIA SERIAL LIGHT

1º lugar: Vagner de Oliveira
2º lugar: Jorge Darcie
3º lugar: Lucio Dal Pozzo
4º lugar: Seledo Ermel
5º lugar: Guilherme Vianna Vacilotto



CATEGORIA EQUIPES

1º lugar: Voando Alto
2º lugar: Companhia do Ar
3º lugar: Farrapo



O campeonato organizado pela Federação Gaúcha de Vôo Livre - FGVL foi realizado na espetacular rampa do Clube Ninho das Águias, com apoio deste e da Prefeitura de Nova Petrópolis.

Agradecimentos especiais ao presidente da FGVL, André Lucena, o Socó, que além de eu descobrir ser um contra-primo distante, também nos abriu as portas da entidade e do Clube Ninho das Águias para as gravações e fotografias de vôo livre.


COMO CHEGAR:

O Ninho das Águias está a 4 Km do centro de Nova Petrópolis, com acesso pela BR-116 (direção Caxias do Sul), Km 181. Metade do caminho se dá em estrada de chão consolidada e com boa manutenção.


Visualizar Ninho das Águias - Nova Petrópolis/RS - Brasil em um mapa maior


IMAGENS:

Para as fotografias desta postagem utilizei uma câmera Canon EOS-1D MKII e kit de lentes de 17 a 400 mm. Todos os direitos reservados para texto e fotos. Proibida reprodução desautorizada.

sexta-feira, março 11, 2011

Lugarzinhos: Cozinha húngara, um sabor de páprica no Vale do Caí



Aquele que lê "A Canga" escrito na placa logo pensa em um restaurante de comida típica gaúcha ou em uma churrascaria.


Ledo engano, pois assim que ultrapassar a porta simples deste tradicionalíssimo local de São Sebastião do Caí/RS, a 60 Km de Porto Alegre, terá uma agradável surpresa. A pintura das paredes com detalhes na cor da bandeira húngara, as mesas em estilo simples e a decoração sóbria remetem a um clima de leste europeu e são exatamente iguais à primeira vez em que estive ali, com meus pais e ainda garoto, no final dos anos 70.

São Sebastião do Caí/RS. Mapa: Wikipedia
 Os primeiros húngaros chegaram no Brasil por volta de 1890. De origem camponesa, instalaram-se no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Com a I e a II Guerras Mundiais novos imigrantes chegaram e, por último, um pequeno contingente refugiado da invasão russa da Hungria em 1956.

Foi esta última leva que trouxe ao Rio Grande do Sul o casal Erzsebet e Karoly Cuitko chegaram, os quais abriram o restaurante em 1967. Conta a história familiar que para atrair os primeiros fregueses foi oferecido também um serviço de bar e que, aos poucos, o exótico sabor dos seus pratos foi atraindo uma crescente e fiel freguesia, valendo-se da divulgação boca-a-boca.


Hoje, passados 44 anos desde a sua fundação, o restaurante ainda mantém o mesmíssimo espírito original, o atendimento personalizado e, principalmente, a qualidade da sua cozinha.

O nome "A Canga" foi dado pelo fundador quando chegou no Rio Grande do Sul achou os CTG´s (Centros de Tradições Gaúchas) parecidos com os restaurantes de beira de estrada da Hungria. Quando viu um com uma canga pendurada na frente, pronto, ali estava um  nome que os brasileiros poderiam pronunciar...

As instalações internas foram recentemente renovadas e ampliadas, cervejas artesanais foram incluídas no cardápio e um pequeno televisor de tela plana dá ao local um certo ar de modernidade, mostrando cenas típicas da Hungria e alguns divertidos comerciais daquele país relativos aos produtos oferecidos na casa.



O Sr. Karoly faleceu em 2008 e hoje é seu filho Carlos José Cvitko quem chefia a cozinha. O neto Carlos Felipe - responsável pelo chegada das modernas tecnologias - é quem atende os clientes, contando ambos com o auxílio do restante da família.

Carlos José e o filho Carlos Felipe Cuitko mantém com a família o único
restaurante de cozinha húngara ao sul de São Paulo.
Na última vez que estive ali Carlos Felipe contou que os vídeos húngaros que divertem os clientes foram baixados por ele do YouTube e que, sozinho, montou o DVD utilizado no restaurante. Sinal dos tempos!

"A Canga" tem um menú fixo e, desde que me lembro, sempre foi assim. Por certo esta extrema especialização é a responsável pela qualidade do seus pratos, onde a páprica predomina como tempero tradicional e a receita de um adocicado molho de tomate, a grande atração do restaurante, é guardada a sete chaves pela família Cuitko.

A sequência de pratos servida começa com aprolék leves, uma saborosa e delicada sopa de massa caseira e múdos de galinha acompanhada com pão.


Em seguida vem o carro chefe - tölttöt paprika - pimentões verdes recheados com uma massa feita de arroz e guisado, mergulhados em um espesso molho de tomate e páprica doce, tudo acompanhado por ránttot csirke, um crocantíssimo franco à milanesa com batatas fritas cortadas em fatias grandes.


A sobremesa que fecha a refeição é o fagylalt, um sorvete caseiro de baunilha e chocolate servido sobre uma pequena porção de torta de chocolate.


Os pratos são fartos, a cerveja é gelada, há sucos integrais, não há cobrança da taxa de serviço de 10%. A clientela é fiel e, como o me próprio caso, ultrapassa gerações... Enfim, tudo de bom para quem está procurando fugir do trivial com uma cozinha honesta, exótica e saborosa.

Entre os seus apreciadores "A Canga" também é conhecido como o "Húngaro" ou, por motivos óbvios, como o "Pimentão".

Nos últimos anos a família Cuitko tem organizado o Festival de Gastronomia Húngara, uma noite onde são servidos diversos outros pratos da cozinha magiar a um preço fixo de R$ 40,00 e mediante reserva prévia, sendo que o próximo, no dia 08 de abril de 2011 às 20h00, contará com música típica ao vivo ao som de violistas e um acordeonista.

No cardápio, além do menú tradicional, serão servidos também foghagimaleves (sopa de alho cremosa), paradicsomleves (sopa de tomate com massa caseira), székely gulyás (carne cortada em cubos ao molho de páprica com repolho levedado), töltött káposta (repolho levedado recheado com carne moída e arroz ao molho de páprica), fasirt (bolinhos de carne fritos), dissznópecsenye (lompinho suíno assado no forno), gombapaprikás (cogumelos ao molho de páprica), nokedli (massa caseira tipo nhoque), sültburgonya (batatas fritas), uborkasaláta (salada de pepino com nata e páprica).

De sobremesa mandulás kalács (doce de amêndoas), fagylalt (sorvetes caseiros de diversos sabores) e csokitorta (torta de chocolate).

E você está esperando o que??

Na data desta postagem os pratos estavam sendo servidos conforme as seguintes modalidades:

Menú completo (com reposição dos pratos à vontade): R$ 25,00 por pessoa
Menú executivo (porção servida de pimentões, frango e batatas): R$ 15,00 por pessoa
Porção avulsa de sopa: R$ 5,00

Horário: Aberto todos os dias. De segunda a sexta somente para o almoço.

Endereço:

Restaurante A Canga
RS 129, Km 9 - Conceição
(passando o pedágio de Portão, para quem vai em direção à serra, são 9 km à esquerda)
São Sebastião do Caí
Rio Grande do Sul - CEP 95760-000
Telefone: (51) 3536-1461
Saite: não tem


segunda-feira, março 07, 2011

Cinema/Ecologia: A Patrulha da Montanha (Kekexili)


Neste feriado de Carnaval a aproveitei para rever um filme que descobri por acaso na prateleira da locadora: A Patrulha da Montanha (Mountain Patrol - Kekexili), produção chinesa de 2004, com direção do premiado Lu Chuan.

O premiado diretor Lu Chuan
Foto: Wikipedia
Num ritmo que lembra os antigos faroestes italianos, uma fotografia magnífica nas montanhas do Tibet e uma abordagem crua e sem rodeios de um tema absolutamente sério, o filme é baseado em fatos reais ocorridos entre 1993 e 1986.

Trata a história de Ga Yu, um repórter de um jornal de Pequin que segue para a longíqua localidade de Kekexili para preparar uma matéria sobre a heróica patrulha de voluntários que luta contra a caça ilegal do quase extinto antílope tibetano. De imediato ele conhece Ri Tai, comandante e idealizador do grupo, e se vê engajado a acompanhar uma ação da patrulha nos confins da tundra tibetana, sob uma natureza inclemente e em uma trágica jornada que trará várias surpresas ao expectador.

Antílope Tibetano, também conhecido como Chiru.
Foto: WWF
Gravado em mandarim e tibetano com parcos recursos, o filme mostra em pano de fundo a vida nas comunidades isoladas de um Tibet ocupado pela China, muitas vezes premida pela necessidade a aliar-se à caça ilegal do antílope tibetano em função dos altíssimos preços pagos pela sua lã no mercado internacional. Afora os personagens principais o elenco foi todo constituído de atores amadores, trazendo grande autenticidade para as fortes imagens captadas.

Apesar do baixo orçamento a produção de Lu Chuan recebeu um enorme apoio institucional de distribuidores internacionais como a Columbia Pictures e a Warner Bros, da Canon e da própria National Geographic, tendo sido responsável pelo início de um movimento internacional pela proibição da caça do animal e importação da sua valiosa lã.

Durante a produção da obra as duríssimas condições climáticas foram responsáveis pelo acometimento de doenças na equipe, inclusive o próprio Diretor Lu Chuan, enquanto o diretor de produção terminou por falecer em decorrência de um acidente de automóvel.

Os magníficos cenários do filme na reserva de Kekexili, Tibet. Foto: Divulgação

A solidão e fragilidade do homem em meio à dureza da tundra impacta pela dramaticidade das cenas do filme.
Foto: New York Times

Duo Bujie, ator tibetano como Ri Tai, o comandante da patrulha de voluntários. Foto: Divulgação

Apesar da fraquíssima divulgação no Brasil o currículo de prêmios e indicações recebidas pelo filme é de bastante respeito e nos EUA foi recomendado pela própria National Geographic:

Festival de Berlin - Menção Honrosa - Prêmio Don Quixote - Melhor Filme
Golden Horse Film Festival - Melhor Filme e Fotografia - Indicado a Diretor, Ator e Roteiro
Golden Rooster Awards - Melhor Filme - Indicado a Melhor Diretor, Ator, Roteiro, Som e Música
Hong Kong Film Awards - Melhor Filme Asiático
Huabiao Film Awards - Melhor Filme e Diretor
Marrakech International Film Festival - Indicado a Melhor Filme
Sundance Film Festival - Indicado a Melhor Filme
Tokyo International Film Festival - Vencedor do Prêmio Especial do Juri - Indicado a Melhor Filme 
O filme possui 88 minutos de duração, é recomendado para maiores de 14 anos e pode ser encontrado em DVD nas locadoras brasileiras.

Fica aí a dica para vocês e uma palhinha com o trailer oficial divulgado nos EUA (ainda não localizei um em português).




PARA SABER MAIS:

- A 'Mountain Patrol' Struggles to Save Antelopes From Poachers (and Fashionistas) (matéria publicada no  New York Times)

quinta-feira, março 03, 2011

Náutica: Relíquias do Titanic exibidas em Porto Alegre, Curitiba e Brasília

O Titanic em Southampton. Foto: Internet

No próximo dia 17 de março uma exposição de relíquias autênticas do Titanic e dos seus passageiros será inaugurada em Porto Alegre, parte de uma tournée mundial com passagem por apenas três cidades do Brasil. Após a capital gaúcha ela seguirá para Curitiba e Brasília).

A mostra denominada "Titanic: A Exposição - Objetos Reais, Histórias Reais" contará com 243 objetos resgatados do fundo do mar e já foi vista por 22 milhões de pessoas, enfocando desde a construção do navio, a vida a bordo, o naufrágio e a redescoberta do Titanic.

Apesar da tragédia humana onde morreram 1523 passageiros em 14 de abril de 1912, o afundamento daquele que já foi considerado o maior e mais seguro navio do mundo constitui um fato histórico e a exposição será uma oportunidade ímpar para os interessados em temas náuticos e para o público em geral.

Consta que ao todo pelo menos 5.550 objetos históricos foram resgatados do Titanic e boa parte deles compõe exposições intinerantes como esta, havendo várias ações judiciais no exterior discutindo a titularidade quanto aos direitos sobre os objetos trazidos do navio.

A RMS Titanic, Inc. é empresa por trás das exposições no Brasil é conforme uma decisão da justiça federal dos EUA de 1994 é hoje a única autorizada a explorar o despojos do Titanic, tendo organizado as expedições que resgataram a totalidade das relíquias que circulam pelo mundo.

A exposição em Porto Alegre será realizada no Barra Shopping Sul, Av. Diário de Notícias, 300, a partir do dia 17 de abril e os ingressos custarão R$ 40,00, com descontos para estudantes e terceira idade.


Foto: Divulgação

Trabalhos de resgate do Titanic. Foto: Divulgação